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A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DE ÓLEO E LUBRIFICANTES

Para quem possui uma pequena fábrica ou trabalha em uma grande indústria onde haja um parque de equipamentos, entende a importância de se realizar manutenções preventivas.

A análise dos lubrificantes serve para identificar a situação dos equipamentos e, se estes necessitam de uma maior atenção.

Através da análise dos óleos e lubrificantes retirados dos equipamentos é possível identificar possíveis problemas antes que estes se tornem falhas e, uma preocupante parada na linha de produção.

Por que fazer a análise de lubrificantes é importante

A análise de óleos e lubrificantes faz parte da manutenção preventiva e é um procedimento que gera economia de tempo, reduz custos e aumenta a produtividade, pois as paradas são programadas. Imagina o quanto de insumo pode ser perdido se uma linha de produção tiver que ser interrompida para a troca de uma peça danificada!

Como funciona a análise de um lubrificante

Antes de qualquer procedimento é preciso analisar o plano de lubrificação do parque de equipamentos e definir quais máquinas precisam da análise. Em seguida, o material é coletado e enviado para um laboratório. O laudo ou diagnóstico do equipamento geralmente é entregue em até 24 horas. Em posse deste laudo é o possível realizar todas as correções necessárias para o bom funcionamento daquela máquina.

Quais são os tipos de análises possíveis?

Entre os diferentes tipos de análise, os mais indicados são os seguintes:

Análise físico-química – é realizado teste de cores e densidade e serve para verificar mudanças na composição do lubrificante.
Contaminação – Serve para detectar substâncias que não fazem parte da composição original do lubrificante como água e impurezas oriundas do desgaste de alguma peça. Um óleo contaminado representa perda de produtividade e diminuição da vida útil do equipamento.
Espectometria – Esta técnica identifica a composição basal das partículas encontradas na amostra. A presença de elementos metálicos distintos como cobre, alumínio, ferro ou qualquer outro metal é possível saber qual peça pode estar deteriorada.
Ferrografia – Esta análise visa quantificar a presença de partículas em suspensão na amostra coletada. Essa análise também pode ser realizada em amostras de fluido como diesel, gerando uma baixa produtividade. Em fluido hidráulico, a ferrografia identifica possíveis problemas nas bombas hidráulicas. Em fluidos lubrificantes, a ferrografia pode evitar problemas de desgastes de peças.

Quais os principais defeitos possíveis com a análise de um lubrificante

Uma análise pode nos informar muito sobre a situação de um equipamento, suas peças e condições de uso.

A análise é indicada tanto para um parque de máquinas como também para o motor de um veículo, um sistema de engrenagens ou um sistema hidráulico. O lubrificante usado revela a condição fiel das peças e indica os possíveis desgastes de qualquer destes sistemas.

Uma análise bem realizada traz informações importantes sobre as condições do óleo:

• Quanto aos elementos de desgaste;
• Quanto aos elementos de contaminação;
• Quanto aos elementos aditivos.

Um equipamento com deficiência de lubrificação acaba sendo prejudicado em seu desempenho, pois as peças podem entrar em contato entre si e com o atrito cai o desempenho do equipamento.

Finalmente podemos concluir que a realização de uma análise de lubrificante bem minuciosa como parte da manutenção preventiva é um recurso na antecipação de falhas. Todo o sistema que usa óleo como lubrificante e que trabalham com exaustão de peças precisam estar bem monitorados.

A análise de óleos lubrificantes é um dos modos mais eficientes de manter equipamentos mecânicos e hidráulicos funcionando e de se evitar problemas mais graves e custosos.

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